ASAS PRETAS de JAS

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Exposição de Ilustração - Asas Pretas


 
La Patience, Tinta da china s/papel 17,5x22,5



La Patience, tinta da china s/papel 17,5x22,5

tout le tremblement, tinta da china s/papel 34,5x22,5


Les rendez-vous manqués, tinta da china s/papel 34,5x25,5
Aprés la cognée, tinta da china s/papel 34,5x25,5
Urubus, ceramica

urubus - ceramica

instalação urubus - ceramica



"Sem Lugar" um filme de JAS

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"Sem lugar", é uma abordagem ao instável e ao que se pode tornar impossível; onde a diferença entre a posição inicial e a posição final de um objecto é um mecanismo de defesa inconsciente, pelo qual a mente redirecciona impulsos de defesa de um objecto sentido como perigoso ou inaceitável para um "lugar "que o faz sentir  mais conveniente.



Ficha Técnica| SEM LUGAR   04´31
Um filme de JAS
Argumento, grafismo e cenários: JAS
Animação, Interpretação: JAS e Patrícia Afonso
Música: Pedro Moura
Montagem: JAS



Verde escuro de JAS
Peça para guitarra e electrónica de Pedro Moura




Video; desenho, montagem - JAS
2012



Un Documentario di JAS
TABULA RASA -- Work in Progress di Manuela Pimentel 



TABULA RASA -- Work in Progress di Manuela Pimentel
Progetto di Mauro Lovi e Olivia Toscani Rucellai
Otto luogo dell'arte, Firenze
2012



TABULA RASA -- Work in Progress
Peça de Manuela Pimentel Documentada por JAS





   Tabula Rasa è un work in progress, un laboratorio dove si parte con pochi oggetti e in seguito, in vari appuntamenti, si completa con tutte le opere degli artisti invitati, con incontri dove viene presentato il nuovo arrivo.

Otto, in questo progetto, con gli artisti, designers e artigiani con i quali lavora, vuole proporre una varietà di interpretazioni del tavolo e degli oggetti che stanno sopra e sotto. In questo periodo storico, pensiamo sia compito di chi elabora progetti e realizza oggetti che ci circondano nel quotidiano, riflettere sulla loro identità e il loro significato, confrontandosi con i temi mutevoli della vita di tutti i giorni. Sono pezzi unici o piccole serie, opere che "ragionano" sulla loro funzione e propongono modi di interpretarla con letture originali e stimolanti.


Operario Fabril de JAS



video animação - INCUBADORA 2004 Realização: JAS

Habitamos a nossa memória - JAS - Fundação José Rodrigues

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Habitamos a nossa memória - JAS 

 Fundação José Rodrigues


Habitamos a nossa memória. A mnésica morada é composta por todas as casas por onde, no decorrer da nossa infância e da nossa ociosa mocidade, passámos. Basta que lá tenhamos sonhado, seguindo os contornos de um motivo no papel de parede ou de uma mancha de humidade, escutando a surda melodia das conversas atrás da porta; que lá tenhamos amado, espiando as brincadeiras do gato ou a toilette da criadinha ou o bolo a inchar no forno; que lá tenhamos sofrido, privados de sobremesa, fechados na despensa ou mandados para a cama sem um beijo sequer. Torta, retorcida e cheia de torres, de desvios, de escadas em caracol, de passagens secretas e de andares acrescentados, esta construção compósita vai-se modificando ao sabor das horas e dos humores, conforme a claridade e a penumbra da recordação, pelo que nunca acabamos de a percorrer, labirinto infinitamente extensível em que os corredores formam cotovelos a cada hesitação memorial e novas escadas surgem mal uma reminiscência destrava o seu trinco. Não é preciso espelho ou lura para resvalar para o passado. Na verdade, movemo-nos sempre, mais ou menos conscientemente, em dois tempos simultâneos: o da nossa azáfama, da nossa utilidade social, a que chamamos «presente» ou «realidade», caracterizado pela impossibilidade de parar, de reter, de olhar, tempo de trabalho, de olheiras, de corridas e de cegueira, e um outro, o da nossa memória, sonho mal acordado, devaneio, ilusão e magia, do qual só captamos estilhaços, deslumbramentos, lembranças misturadas, movediças, confusas, cerradas, cuja simples sombra é contudo luminosa. Ao caminhar na floresta, estugando o passo, seguimos invisíveis corredores de paredes forradas por decorativas folhagens, onde os ramos bifurcam em ângulo recto desenhando a moldura de uma janela que dá para o pátio das traseiras; e quando tropeçamos, dificilmente poderíamos decidir se esbarramos no pé de um móvel ou na voluta de uma raiz. Todos nós, do funcionário ao inválido, levamos uma vida dupla. A memória é povoada: enquanto somos capazes de evocar, para além do nome que usavam, os seus traços, os mortos vivem em nós. Observam as nossas deambulações através das portas entreabertas, pela lucarna do sótão, empoleirados como mochos nos armários ou debruçados sobre as varandas. Apagam-se quando passamos, emboscados no pó, por detrás dos panejamentos, derretidos na escuridão, sombras mais claras, discretos mas curiosos. Escoltam-nos silenciosamente, mais ou menos perdidos que eles mesmos estão no dédalo das nossas recordações. Incapazes de encontrar o caminho de regresso ao quarto, têm, resignados, de acampar num sofá ou numa carpete, noite após noite, na antecâmara onde a obscuridade os surpreende, mal o nosso sono suspende a sua ectoplásmica vida. O que eles mais temem é que nos apaixonemos. Os nossos ímpetos amorosos fazem com que nos esqueçamos de tudo e recambiam-nos para os territórios do nada. Preocupados com chegarmos a horas ao encontro marcado, apressamo-nos sem nos darmos conta dos terramotos que cada passada nossa provoca: os vidros vibram, o reboco esboroa-se, a fachada abre fendas. Pouco depois desatamos a correr; sacudida pelos abalos sísmicos do nosso galope, a canalização rebenta, os lanços de parede ruem, as vigas vergam e, entre encontrões e safanões, espancado, bombardeado e derrotado pela nossa paixão cega, todo o passado se desmorona, se dilui em poeira ao ritmo impiedoso do nosso coração distraído batendo.
Saguenail











La Patience xxX stances

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Leitura Furiosa 2010

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Todos aqueles* que, nos dias anteriores, cometeram a Leitura Furiosa** – um encontro de gente que escreve com gente zangada com a leitura – vão estar na Biblioteca do Museu de Serralves com quem nos der o prazer de aparecer para ouvir, pela mão de Ana Deus & Alexandre Soares, e a dupla Calhau os resultados desse convívio insólito. Esperamos ter-te connosco.

* Fundação de Serralves, Serviço Educativo do Museu de Serralves, Centro Educativo Santo António, Qualificar Para Incluir, Comunidade Terapêutica de Ponte da Pedra, Emílio Remelhe, Patrícia Lino, Regina Guimarães, Saguenail, Calhau, João Alexandrino (JAS), Manuela Bacelar, Paulo Eduardo Monteiro.

** Projecto da Associação Cardan, trazido a Portugal graças à perseverança de Luiz Rosas. Este ano a Leitura Furiosa decorre, em simultâneo nas cidades de Amiens, Porto, Lisboa e Kinshasa. Em Lisboa, a LEITURA FURIOSA acontece no Centro Mário Dionísio / Casa da Achada


A Leitura Furiosa é um acontecimento anual que dura três dias. Um momento privilegiado de encontro dos zangados com a leitura, a escrita e o mundo com os escritores. O momento único que permite a um não-leitor aproximar-se, com um escritor, da magia da escrita. Cada um faz ouvir a sua voz e segue um outro caminho.

Quem imaginou, há quase 20 anos, a Leitura Furiosa foi a associação Cardan, duma cidade do norte da França, Amiens, que trabalha para tornar o saber acessível àqueles que dele são excluídos, para quem o saber e a cultura devem nascer de uma ligação com o conjunto da sociedade, para quem a cultura pode e deve ser analisada por aqueles que não a praticam. Por aí passa a integração, a inserção.

Em 2000, a Leitura Furiosa chegou a Lisboa. Até 2004 foi a Abril em Maio, uma associação cultural, que a organizou. Em 2008 começou a acontecer no Porto, em Serralves. Em 2009, a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio repegou na ideia, em Lisboa. Em 2010 continua, com mais grupos, mais escritores, mais desenhadores, mais actores e cantores.

A Leitura Furiosa destina-se aos que, sabendo ler, estão zangados com a leitura – crianças e adultos, homens e mulheres, empregados e desempregados, nacionais e estrangeiros.

Vários pequenos grupos de gente zangada com a leitura convivem durante um dia com um escritor, como entenderem fazê-lo. À noite, o escritor escreve um pequeno texto que oferecerá ao grupo quando, no dia seguinte, voltar a encontrar-se com ele. Passarão todos por uma livraria, por uma biblioteca. Os textos são ilustrados, paginados e os que vêm de França e Kinshasa traduzidos. No Domingo, terceiro dia do encontro, são tornados públicos numa sessão de leitura feita por actores e não-actores, alguns deles musicados e cantados, e publicados numa brochura. Posteriormente são editados em livro.

Performance| 2010 Convento Corpus christi

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Performance Àgua sobre Terra, 2010




work in progress


















VIDEO|INSTALAÇÃO

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FRAGMENTOSII -videoinstalação
espaço ilimitado

Looking to develop a space surrounded by an atmosphere of sound that take us to a "situation", a "memory", a "fragment". Using video, stop motion animation, so that the objects are a kind of "living pictures." Use the installation to display three "living pictures." The landscapes are fragments of notes.The Installation is a mixture of pictures and boxes, these are a kind of wrappers turned around, exposing the unknown out and what's outside is inside.
The "eye movement" is something rotiforme that happens and will always give the same location. Cycle. Planet. Vagina. This whole process happens simultaneously in a very sober way, accompanied by disasters and things that make me look away.. The "Vaseline box”, is close to all the things I refer to the past, embedded and sealed memories. Memories in a box. The "machine to make leaves", is a machine to make leaves. The absence of color also has an influence on this object.
The Sound has two features, one is the sound atmosphere and the other is the individual sound of each "living pictures". This atmosphere causes a physical temperature which in turn is bound to switch to different sensations.



Procuro desenvolver, um espaço físico envolto numa atmosfera sonora que nos remete para uma "situação", uma "recordação", um "fragmento". Uso video, animação em stop motion, para que os objectos sejam uma especie de "quadros vivos".Uso a instalação para mostrar três "quadros vivos". Os quadros são fragmentos de anotações. A instalação é uma mistura de quadros e caixotes; estes são uma espécie de invólucros virados ao contrário, expor o desconhecido para fora e tudo o que está fora passa para dentro. O "Olho circular" é algo rotiforme, que acontece e vai dar sempre ao mesmo local. Um ciclo. O Planeta. Uma vagina. Todo este processo acontece, em simultâneo, de uma forma bastante sóbria, acompanhado de catástrofes e coisas que me fazem desviar o olhar. A "Caixa de Vaselina", aproxima-se de todas as coisas que me remetem ao passado, recordações encaixadas e seladas. Memórias dentro de uma caixa. A "Máquina de fazer folhas", é uma máquina de fazer folhas. A ausência da cor também tem influência neste objecto.
O Som tem duas particularidades, uma é a atmosfera sonora e a outra é a sonoridade individual de cada "quadro vivo". Essa atmosfera provoca uma temperatura "física" que por sua vez está destinada a alternar por diferentes sensações.



Caixa Vaselina; 1:41 (loop)
Cartão, Fita-cola, Madeira, DVD, Headphones, Monitor, Esmalte Acrilico






















































































































Máquina Fazer Folhas; 4:23 (loop)
DVD, Projector, Headphones, Madeira, Fita cola


























Olho Circular

; 2:21 (loop)
Cartão, Espelho 70x51, Fita cola, Monitor, Headphones, DVD, Escadote, Madeira, Esmalte Acrilico.










Video|Instalação - FRAGMENTOSII - CONVITE

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VideoInstalação - FRAGMENTOSII - CONVITE


23 de Janeiro - 20 de Fevereiro 2010

Inaugura Sábado 23 de Janeiro
as 16h


Espaço Ilimitado, núcleo de difusão cultural
Rua de Cedofeita 187 1º Andar / 4050-189 Porto
Sexta a Sábado das 16h00 ás 19h00

Mãos

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